PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM TECNOLOGIAS E INOVAÇÕES AMBIENTAIS Versão em Português Versão em Inglês Versão em Espanhol Versão em Francês

Telefone/Ramal: (35) 3829-1329/1392
E-mail: pg.esal@ufla.br
Notícias

Banca de DEFESA: LUCAS GUEDES COSTA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LUCAS GUEDES COSTA
DATA: 26/03/2026
HORA: 14:00
LOCAL: Google Meet
TÍTULO:

USO DE DRONES E GEOTECNOLOGIAS ABERTAS PARA O MONITORAMENTO DA COBERTURA DO SOLO EM UMA ÁREA DE RESTAURAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA


PALAVRAS-CHAVES:

restauração ecológica; Mata Atlântica; drones; Google Earth Engine; classificação de cobertura do solo.



PÁGINAS: 87
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Recursos Florestais e Engenharia Florestal
SUBÁREA: Conservação da Natureza
RESUMO:

A restauração ecológica em larga escala na Mata Atlântica é estratégica para a conservação da biodiversidade e a resiliência ambiental do bioma, e demanda monitoramento padronizado, replicável e auditável para apoiar a gestão adaptativa e a prestação de contas. Este trabalho implementou e avaliou um fluxo digital de monitoramento baseado em dados obtidos por drones com sensores RGB e multiespectral, métricas estruturais derivadas de fotogrametria, incluindo o modelo de altura do dossel (CHM), índice espectral (NDVI), classificação supervisionada (Random Forest) e processamento em ferramentas abertas (Google Earth Engine e QGIS). Em uma área piloto de aproximadamente 13,0 ha, foram comparados dois períodos, T0 (abril de 2024) e T1 (janeiro de 2026; cerca de 20 meses pós-plantio), gerando mapas de cobertura do solo, estimativas de mudança líquida, análise de transições entre classes e comparação entre sensores no T1. Os resultados indicaram aumento de vegetação nativa e redução de gramínea exótica no período, com mudanças líquidas semelhantes entre sensores (ΔVN: +2,91 ha no RGB e +3,00 ha no multiespectral; ΔGE: -3,17 ha no RGB e -3,28 ha no multiespectral). A validação pontual indicou desempenho elevado (OA ≈ 0,90–0,91; Macro-F1 ≈ 0,89–0,91), e as áreas por classe foram reportadas também com estimativas ajustadas por erro e IC95%, ampliando a defensabilidade para inferência. A concordância espacial entre RGB e multiespectral no T1 foi alta (86,7%), porém as discordâncias (13,3%) concentraram-se no estrato baixo (CHM < 1 m) e foram dominadas por trocas entre vegetação nativa jovem e gramínea, destacando uma zona crítica de incerteza em levantamentos iniciais. A validação independente por transectos de campo confirmou as estimativas dos mapas para o indicador de cobertura de vegetação nativa. Como contribuição aplicada, o estudo propõe uma estratégia operacional baseada no uso recorrente de RGB como referência de série temporal e no uso direcionado do multiespectral e do CHM como camadas de controle de qualidade e priorização de manejo em áreas críticas.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - SORAYA ALVARENGA BOTELHO - DCF/ESAL (Suplente)
Externo à Instituição - RICARDO TAYAROL MARQUES - IFMG (Membro)
Presidente - LUIS ANTONIO COIMBRA BORGES (Membro)
Externo ao Programa - FAUSTO WEIMAR ACERBI JUNIOR - DCF/ESAL (Suplente)
Externo à Instituição - DOUGLAS MACHADO LEITE - UFLA (Membro)
Notícia cadastrada em: 18/03/2026 21:29
SIGAA | DGTI - Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação - Contatos (abre nova janela): https://ufla.br/contato | © UFLA | appserver4.ufla.br.srv4inst1 06/04/2026 09:53