PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM FISIOLOGIA VEGETAL Versão em Inglês Versão em Espanhol Versão em Francês

Telefone/Ramal: (35) 3829-1628
E-mail: pg.icn@ufla.br
Notícias

Banca de DEFESA: HUGO BONEZIO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: HUGO BONEZIO
DATA: 18/07/2026
HORA: 08:00
LOCAL: Sala DBI10 e sala virtual
TÍTULO:

APLICAÇÃO FOLIAR DE IODO NA MITIGAÇÃO DOS EFEITOS DO DÉFICT HÍDRICO EM PLANTAS DE SOJA


PALAVRAS-CHAVES:

soja; déficit hídrico; iodo; fertilização foliar; elemento benéfico.


PÁGINAS: 43
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
SUBÁREA: Fitotecnia
ESPECIALIDADE: Fisiologia de Plantas Cultivadas
RESUMO:

A soja (Glycine max (L.) Merrill) é uma das culturas agrícolas mais importantes do mundo, amplamente utilizada na alimentação humana, animal e na produção de biocombustíveis. No Brasil, o principal desafio para o aumento da sua produtividade é o déficit hídrico, que compromete processos fisiológicos e bioquímicos essenciais, incluindo fotossíntese, crescimento celular e equilíbrio redox. O iodo é um elemento não essencial, porém benéfico para as plantas, com potencial antioxidante e regulatório, sendo assim, certamente pode trazer vantagens a sua aplicação em plantas cultivadas. Diante do exposto, este trabalho tem como objetivo avaliar a capacidade do iodo em mitigar os efeitos do déficit hídrico em plantas de soja. Para a experimentação, será utilizado um delineamento inteiramente casualizado, em um esquema de fatorial duplo. Serão utilizados 2 regimes hídricos (controle e 50% da capacidade de campo), duas fontes de iodo: iodeto de potássio (KI) e iodato de potássio (KIO₃) e para cada fonte será utilizadas duas doses: 5 e 10 mM. Serão realizados 2 experimentos onde ambas as fontes de iodo serão testadas isoladamente, combinando assim as doses e o regime hídrico. As avaliações fisiológicas e morfológicas serão avaliadas antes e durante a aplicação do déficit hídrico e após a recuperação. Serão medidos parâmetros morfofisiológicos, de produtividade de sementes e potencial hídrico (diurna e noturna) ao longo do ciclo. Resultados prévios indicam que a aplicação foliar de iodeto de potássio (KI) não se mostrou benéfica para a soja, além de não contribuir para maior tolerância ou recuperação ao déficit hídrico. Por outro lado, a aplicação de iodato de potássio (KIO₃) trouxe benefícios para a soja, principalmente sob a concentração de 10 mM, proporcionou a manutenção do crescimento e produção da cultura, bem como a melhor recuperação após a reidratação. Além disso, interessantemente o uso desta fonte de iodo proporcionou a eficiente recuperação noturna do potencial hídrico, tornando os efeitos da seca, notoriamente menos danosos à recuperação do status hídrico da planta.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - CARLA ELISA ALVES BASTOS - IFT (Suplente)
Interno - DINORAH MORAES DE SOUZA MARÇAL - UFV (Suplente)
Externo à Instituição - FÁBIO AURÉLIO DIAS MARTINS - EPAMIG (Membro)
Interno - PAULO EDUARDO RIBEIRO MARCHIORI (Membro)
Presidente - VITOR DE LAIA NASCIMENTO (Membro)
Notícia cadastrada em: 03/07/2026 10:45
SIGAA | DGTI - Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação - Contatos (abre nova janela): https://ufla.br/contato | © UFLA | appserver3.srv3inst1 24/08/2026 17:03