PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA FLORESTAL Versão em Inglês Versão em Espanhol Versão em Francês

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Notícias

Banca de DEFESA: LARA REIS GUALBERTO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: LARA REIS GUALBERTO
DATA: 30/06/2026
HORA: 08:00
LOCAL: sala google meet
TÍTULO:

VIABILIDADE FINANCEIRA ESTOCÁSTICA DO CULTIVO DE MOGNO-AFRICANO: COMPARAÇÃO ENTRE MONOCULTIVO E INTEGRAÇÃO LAVOURA-FLORESTA


PALAVRAS-CHAVES:

Teoria de opções reais, Integração Lavoura-Floresta, mogno africano.


PÁGINAS: 42
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Recursos Florestais e Engenharia Florestal
SUBÁREA: Manejo Florestal
ESPECIALIDADE: Economia Florestal
RESUMO:

A avaliação da viabilidade financeira de projetos florestais é fundamental diante do longo ciclo produtivo e das variações associadas à produtividade, aos preços da madeira e às condições de mercado. Em plantios de mogno-africano (Khaya grandifoliola C. DC.), essas incertezas podem influenciar significativamente o retorno econômico do investimento. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar a viabilidade financeira determinística e estocástica do cultivo de mogno-africano, considerando diferentes cenários de manejo e incorporando a flexibilidade gerencial por meio da Teoria de Opções Reais (TOR). Foram simulados sete cenários de produção, diferenciados pela idade de realização do desbaste, variando de 7 a 13 anos, com corte final aos 25 anos. A análise foi conduzida inicialmente por meio do Valor Presente Líquido (VPL) determinístico, seguida da incorporação das incertezas por meio da simulação de Monte Carlo, permitindo a estimativa da volatilidade do projeto. A partir desses parâmetros, foi construída uma árvore binomial para modelar a evolução estocástica do valor do projeto ao longo do tempo. Como estratégia de flexibilidade gerencial, foi considerada a opção de abandono, sendo exercida quando o valor do projeto fosse inferior ao valor de venda dos ativos. Os resultados indicaram que todos os cenários apresentaram viabilidade financeira sob a abordagem determinística. No entanto, ao incorporar a flexibilidade gerencial, verificou-se que o cenário com desbaste aos 7 anos apresentou o maior valor expandido do projeto, sendo a alternativa economicamente mais atrativa. Dessa forma, conclui-se que a aplicação da TOR proporciona uma avaliação mais abrangente de projetos florestais, ao incorporar simultaneamente risco, incerteza e flexibilidade gerencial, permitindo representar de forma mais adequada o processo de tomada de decisão em investimentos de longo prazo.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - KALILL JOSE VIANA DA PASCOA - DCF/ESAL (Suplente)
Interno - JAQUELINE SEVERINO DA COSTA (Membro)
Externo à Instituição - ANTONIO CARLOS FERRAZ FILHO - UFPI (Suplente)
Presidente - ANDRÊSSA RIBEIRO - UFPI (Membro)
Externo à Instituição - ALVARO NOGUEIRA DE SOUZA - UnB (Membro)
Notícia cadastrada em: 15/06/2026 14:35
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