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Banca de QUALIFICAÇÃO: JOSE MONSERRAT NETO

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: JOSE MONSERRAT NETO
DATA: 24/03/2021
HORA: 14:00
LOCAL: Departamento de Ciências Humanas / Google-Meet
TÍTULO:

Qualificação realizada por meio de avaliação escrita.

 

"Esboço da teoria da alienação nos Manuscritos Econômico-Filosóficos de Marx – uma análise da anatomia e significados da alienação e sua superação"


PALAVRAS-CHAVES:

Marx; alienação; Manuscritos Econômico-Filosóficos


PÁGINAS: 56
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Filosofia
RESUMO:

Em Manuscritos Econômico-Filosóficos (Marx, 2004), Marx propõe o esboço de uma
teoria da alienação, baseado em seus estudos de economia política, na dialética de Hegel, e inspirado na teoria da alienação religiosa de Feuerbach, segundo Löwy (2012). Esta obra, porém, não foi redigida para publicação, tratava-se de um estudo preliminar de Marx. Além disso, nem todos os manuscritos que integram o livro Manuscritos foram preservados, a obra é incompleta e, do que sobreviveu, foi reconstituída posteriormente. Ainda assim, dentro de certos limites, é possível distinguir os contornos de uma teoria da alienação que serviria de base para as futuras investigações de Marx. No primeiro capítulo, analiso o manuscrito mais diretamente relacionado ao esboço de sua teoria da alienação, Trabalho Estranhado e Propriedade Privada (Marx, 2004, p79-90), em que examino os quatro passos da alienação, e aponto e disseco algumas incongruências e fragilidades, entre elas as de como Marx conceberia duas transições, a da essência humana não alienada para a alienada e a inversa, para a emancipada. No segundo capítulo, identifico e examino como a teoria da alienação e sua superação surge da análise de Marx sobre a crítica à dialética hegeliana (inspirada em Feuerbach), e a economia política (Smith, Ricardo, Say). Examino também, detidamente, o que diferencia a dialética de Hegel da de Marx, a primeira transição – da essência humana alienada para a emancipada –, em que se identifica a homologia entre os processos de abstração crescente da dialética de Hegel e da economia capitalista; e, por fim, a questão da necessidade histórica da alienação para o desenvolvimento humano pleno, vinculada ao papel “positivo” do negativo da dialética de Marx.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - AMARO DE OLIVEIRA FLECK - UFMG (Membro)
Interno - EMANUELE TREDANARO (Membro)
Interno - FEDERICO ORSINI (Membro)
Notícia cadastrada em: 08/03/2021 13:44
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