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Banca de DEFESA: ARIANE DE SOUZA ALVARENGA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: ARIANE DE SOUZA ALVARENGA
DATA: 19/01/2023
HORA: 09:00
LOCAL: Defesa remota via Google Meet
TÍTULO:

Sensibilidade in vitro e in vivo de isolados de Pseudomonas syringae pv. garcae ao cobre


PALAVRAS-CHAVES:

Bactéria. Controle químico. Cafeeiro. Mancha aureolada.


PÁGINAS: 40
GRANDE ÁREA: Ciências Agrárias
ÁREA: Agronomia
SUBÁREA: Fitossanidade
ESPECIALIDADE: Fitopatologia
RESUMO:

A mancha aureolada do cafeeiro causada pela bactéria Pseudomonas syringae pv. Garcae tem registrado prejuízos significativos na produção de café. Nas áreas em que o patógeno se encontra presente, recomenda-se o uso de tratamentos preventivos (cúpricos) e curativos (antibióticos), porém a utilização sucessiva destes produtos pode levar à seleção de isolados com maior resistência. Investigar as dosagens de produtos cúpricos que devem ser utilizados para tratamento preventivo da planta de café é de grande relevância para subisidiar os métodos de controle da mancha aureolada nas lavouras cafeeiras. Neste estudo foram testados isolados de P. syringae pv. Garcae coletados em lavouras de café, com sintomas de mancha aureolada, para determinar a sua resistência a diferentes concetrações de cobre. Inicialmente os experimentos foram realizados in vitro utilizando-se 17 isolados e três repetições. Nestes experimentos, suspensões de cada isolado, com a concentração ajustada em espectrofotômetro para 1,1x109 ufc/ml, foram semeados em placas de Petri, contendo meios de cultura MMCC com as seguintes concentrações: 0; 0,05; 0,1; 0,15; 0,25; 0,4 e 0,6 mM de CuSO4. Em seguida, foram escolhidos três isolados que apresentaram resistência alta, intermediária e suscetível, respectivamente, para realizar o teste em plantas de café da cultivar Catuaí vermelho IAC-99, suscetível à mancha aureolada, préviamente pulverizadas com 2,5 mL/L de óleo mineral e 7,10g/L de hidróxido de cobre. Foram empregadas 12 plantas por parcela, sete tratamentos representados pela inoculação com os três isolados selecionados em plantas pulverizadas com hidróxido de cobre e inoculadas, plantas não pulverizadas e inoculadas e o controle sem inoculação e pulverizadas com água salinizada, com duas repetições. Ainoculação foi feita na câmara de crescimento vegetal (Epidemiologia)/UFLA, com temperatura a 25ºC, sob alta umidade, onde permaneceram até o final da avaliação. Os isolados denominados UFLA 06, UFLA 112, UFLA 113, UFLA 114, UFLA 148, UFLA 507 se mostraram resistentes ao cobre, pois foi observado o crescimento de colonias em todas as concentrações testadas. Os isolados UFLA 21, UFLA 48, UFLA 138-1, UFLA 144 e UFLA 896 apresentaram crescimento apenas nas concentrações até 0,4. As menores tolerância foram observadas nos isolados UFLA 79, UFLA 98, UFLA 126, UFLA 129 e UFLA Guapé, que foram capazes de crescer apenas nas concentrações até 0,25 e no isolado UFLA57 que mostrou crescimento apenas até 0,15.  Com base nestes resultados foram selecionados aleatoriamente, 3 isolados para testes de resistência nas cultivares de café: UFLA 148 se mostrou resistente, o UFLA 129 com resistência intermediária e o UFLA 57 que foi o mais sensível.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - RICARDO MAGELA DE SOUZA (Membro)
Interno - PATRICIA RICARDINO DA SILVEIRA - UFLA (Suplente)
Externo à Instituição - MELINA KORRES RAIMUNDI - UFLA (Membro)
Interno - MARIO LUCIO VILELA DE RESENDE (Membro)
Interno - ANTONIA DOS REIS FIGUEIRA (Suplente)
Notícia cadastrada em: 16/01/2023 11:16
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