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Banca de DEFESA: KÁTHIA DE PAULO MOURA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE: KÁTHIA DE PAULO MOURA
DATA: 24/03/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Google meet
TÍTULO:

FUNDAMENTOS FILOSÓFICOS PARA INTERPRETAR O OFÍCIO DOCENTE A PARTIR DO NIILISMO NIETZSCHIANO


PALAVRAS-CHAVES:

Trabalho docente; Niilismo; Ressentimento; Etética.


PÁGINAS: 77
GRANDE ÁREA: Ciências Humanas
ÁREA: Educação
SUBÁREA: Fundamentos da Educação
ESPECIALIDADE: Filosofia da Educação
RESUMO:

Este relatório de pesquisa aborda uma investigação sobre a questão do niilismo em Nietzsche e os sintomas do niilismo visualizados no ofício docente, de modo a fazer um diagnóstico das condições de trabalho vivenciadas pelos profissionais que atuam no ensino fundamental, segunda etapa da educação básica. A pesquisa foi conduzida utilizando uma metodologia que combinou o método hermenêutico e o perspectivismo em Nietzsche como possibilidade de interpretação do trabalho docente e, por outro lado, a proposição de criação de valores como possibilidade de se pensar o ofício docente. Utilizamos procedimentos da pesquisa bibliográfica ao qual foram analisados textos originais de Friedrich Nietzsche e alguns comentadores brasileiros. A parte bibliográfica contextualiza as questões teóricas que fundamentam perspectivas do niilismo e a estética em Nietzsche. A hermenêutica nos possibilitou realizar alguns questionamentos a respeito da realidade dos sujeitos e a possibilidade de criação de novos valores, de superação e criação do próprio ofício de educador. A pesquisa buscou responder ao problema: quais os sintomas  do niilismo cultural no contexto educacional e sua relação com a formação docente na Educação Básica? Durante o processo de desenvolvimento da pesquisa pudemos observar, dialogando com outros autores, que as condições de trabalho dos professores têm contribuído para o sentimento de descrença, vazio, derrocada de valores, e falta de sentido na profissão. Contudo, inspirados nos valores estéticos de Nietzsche visualizamos a possibilidade de se pensar e construir o ofício docente como processo artístico, de transvaloração de valores e superação dos entraves que se apresentam ao exercício da profissão docente. Mesmo diante do sentimento de niilismo, da negação da vontade de poder é possível afirmar a força criadora, a invenção de si e do ofício docente. Portanto, propomos a filosofia do trágico como uma nova forma de ver e compreender a realidade. Além disso, pesquisamos contribuições na formação para professores de modo a considerar a possibilidade de melhorias no contexto educacional brasileiro e na qualidade da educação básica.


MEMBROS DA BANCA:
Interno - VANDERLEI BARBOSA (Suplente)
Interno - RUBENS ANTONIO GURGEL VIEIRA (Membro)
Externo à Instituição - LUÍS ROBERTO GOMES - UFSCAR (Suplente)
Externo à Instituição - DANILO ARNALDO BRISKIEVICZ - IFMG (Membro)
Presidente - CARLOS BETLINSKI (Membro)
Notícia cadastrada em: 08/03/2026 08:57
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